Gestão Financeira de Fundos da Previdência Complementar

 

A IBCI e seus especialistas em finanças acompanham e desenvolvem importantes metodologias de avaliação de ativos financeiros. Buscam a melhor relação de risco e retorno, presente e futuro, em carteiras de investimentos.

Fundos de Previdência Complementar enfrentam imensos desafios no complexo e frequentemente inóspito ambiente de investimentos financeiros.

A queda da inflação se por um lado aumenta o poder aquisitivo da moeda, por outro lado pode ser sinal de melhora de contas públicas e queda das taxas de juros reais. Com as obrigatoriedades técnicas de aplicação de recursos, uma parte dominante de capitais dos fundos se dirige a títulos públicos, que oferecem baixa rentabilidade. E o mercado de ações, assaz fechado e limitado, apresenta poucas opções para uma diversificação de carteira, o que pode implicar em sérios riscos de concentração do capital. Ademais, fosse o país estável macroeconomicamente, o que não é, os fundos e as letras imobiliárias poderiam ser boa opção para aplicações, contudo carecem de estabilidade na geração de valor, uma vez que a volatilidade econômica é preponderante e o crescimento macro se arrasta pelas taxas de -3,55% em 2015 e 2016 a 1,5% ao ano em anos menos sacrificados como se estima em 2017.

Fundos de Previdência Complementar tem sofrido no Brasil sérios problemas de azar moral. A quebra dos fundos dos estados e municípios, assim como das poupanças amealhadas com grandes sacrifícios pelos laboriosos servidores públicos, tem sido objeto de contínua devassa e alerta pela mídia e tribunais de contas. O suporte dado por grandes grupos oriundos do exterior, com conhecimentos de mercados de capitais que se dizem perfeitos, tem redundado em perdas bilionárias para os cotistas dos fundos mais diversos, privados e públicos.

Além de Plano Estratégico bem específico, de longo prazo, a Previdência Complementar precisa desenvolver e associar cálculos atuariais, projeções econométricas e financeiras e carteiras diversificadas de ativos de forma científica e coerente.

Os especialistas e consultores financeiros da IBCI trabalham em fundos de investimentos e de aplicações, como assessores, conselheiros, aplicadores de recursos, membros de equipes de negociação com bancos e empresas nas quais aplicar capitais e estruturadores organizacionais. Visam atuar para evitar e erradicar conforme as possibilidades todo sinal e atuação que evidencia azar moral, desvio de recursos e de metas estabelecidas em condições contratuais transparentes.

O acompanhamento de uma carteira diversificada de investimentos financeiros transcende a análise de riscos e retornos; monitoramento; controle; a visita pontual a unidades empresariais; o debate em foros nos quais a venda de ações, letras, certificados, debêntures, poupança, metais nobres, divisas, imóveis e outros ativos está por conta dos dados do vendedor, criando-se limitações analíticas ao investidor.

As propostas de alocação de capitais em fundos previdenciários complementares pela IBCI e seus consultores ocorre com a geração de estudos técnicos avançados; relatórios e sumários executivos; comprovação de evidências de valoração de ativos; rotas e linhas de tempo para movimentos de entrada e saída, compra e venda à vista e em mercados de opções e futuros.

Entre 2010 e 2017, uma carteira média de R$ 500 milhões na qual os técnicos trabalham tendeu a fornecer taxas de retorno reais acima do IPCA do IBGE de 12,2% ao ano.

Conheça de perto os serviços de gestão estratégica de fundos de investimento em previdência complementar da IBCI e avalie por si mesmo porque esta empresa possui 30 (trinta) anos de experiência consagrada nesta área.

A Gestão de Fundos de Previdência Complementar precisa assegurar retornos positivos e métodos de precificação transparentes aos seus cotistas. A IBCI trabalha direto com os gestores, para dar suporte prático em assuntos como os seguintes, entre outros: 

  • Levantamento de aplicações financeiras possíveis, dado o Plano Atuarial e a projeção de resultados ante carteira e saídas de caixa para sustentação do Fundo e pagamento de beneficiários;

  • Avaliação da estruturação de aplicação em ativos - ações, títulos públicos e privados, imóveis, outros - segundo riscos e rendimentos, com levantamentos de aplicação nacional e internacional;

  • Política de investimentos: estabelecimento de limites de aplicação de recursos financeiros e alocação dos diversos tipos de investimento, com definição de benchmark de retorno a ser alcançado ao longo do tempo;

  • Como atuar com multiplanos;

  • Como otimizar o Plano Atuarial;

  • De que forma sair do déficit de caixa e do déficit atuarial. Análise da situação, diagnóstico e cálculos de impactos para possíveis medidas e alternativas;

  • Gestão ativa de carteiras: gerenciar a renda variável de forma a superar os índices estabelecidos de retorno, tal como o IBRX. Dadas as perspectivas de queda da taxa de inflação e de diminuição da taxa de juros de longo prazo, os retornos dos fundos caem. Isto pressiona mais ainda a Gestão de Fundos da Previdência Complementar, uma vez que com o envelhecimento dos servidores mais aposentados recolhem seus benefícios e os ganhos se tornam menores na margem. Por isto, certos fundos tem buscado formas de fazer gestão ativa de renda fixa, ou seja, buscar ganhos associados à oscilação dos preços dos títulos no mercado secundário;

  • Gestão da carteira de ações: a IBCI consulta os mais experientes analistas de mercados de capitais, para divulgar um boletim analítico exclusivo por fundo cliente. Todo trabalho de suporte é feito sob medida, personalizadamente. Isso significa que o portfolio por fundo é diferenciado, feito para assegurar fluxos de retornos conforme o perfil, a demanda e as possibilidades de cada fundo individual;

  • ALM: casamento dos fluxos de ativos e passivos, de forma que os rendimentos, aplicações e resgates dos investimentos ocorra da forma prevista para fazer frente aos desembolsos de pagamento de benefícios. Este casamento corresponde à lide com o risco de transformação financeira, de volumes, de períodos de tempo e de natureza monetária;

  • Despesas gerais de administração: são mantidas pela taxa de carregamento dos fundos (percentual que é pago pelos participantes sobre o montante de suas contribuições para o plano). Caso as despesas de administração não sejam bem geridas, haverá necessidade de aumento dessa taxa, o que leva a cálculos, projeções e estimativas.

 

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